A Konker foi premiada, na tarde desta sexta-feira, dia 29 de novembro, com o Prêmio Ábaco de computação, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O prêmio é concedido às empresas que, ao longo do último ano, melhor se sobressaem em atividades relacionadas a computação.

No ano de 2018 a Konker, em parceria com a Unicamp,desenvolveu diversos projetos referente ao Smart Campus da instituição. Para o CEO da Konker, Alexandre Junqueira, receber este prêmio é uma grande satisfação para a Konker “Essa parceria que iniciou no último ano já tem mostrado resultados, pois com o uso da Plataforma Konker o desenvolvimento dos projetos foi acelerado e eles já estão sendo aplicados e mostrando resultados dentro da instituição”.

Um dos projetos desenvolvidos dentro do Smart Campus é o Smart Parking, que tem como objetivo verificar a quantidade de vagas disponíveis nos estacionamentos da Unicamp por meio de reconhecimento de imagem e informar aos visitantes. A iniciativa já está operando no estacionamento do Instituto de Computação e está na fase de treinamento das imagens coletadas do estacionamento para identificação de vagas livres e, no início do próximo ano, um display será colocado no estacionamento para a visualização dos usuários.

A nova versão da Plataforma Konker foi lançada e com ela, várias implementações e melhorias de desempenho para tornar sua solução IoT mais produtiva, escalável e eficiente.

Conheça os novos recursos:

  • Atualização de firmware com OTA nativo
    Agora você pode atualizar o firmware dos seus dispositivos utilizando a tecnologia Over-The-Air. Isso torna extremamente prático a atualização remota de equipamentos em campo, eliminando a necessidade de desmontar seu equipamento e ligá-lo ao seu computador para atualizar.
  • Upload e tratamento de dados multimídia
    Agora você pode, por meio de uma conexão REST, salvar na Plataforma Konker imagens e sons coletados por seus dispositivos.
  • Novas features de depuração no desenvolvimento
    Agora é possível verificar se um dispositivo está enviando dados por meio do canal _echo, verificar o nível de bateria e registrar o último ip usado por um dispositivo. Usando esses canais padrão você também já conta com o suporte nativo da plataforma para serviços de watchdog e health-check dos devices, sem ter que escrever nenhuma linha de código extra.
  • Integrações mais rápidas e flexíveis
    Melhorias de desempenho de rotas e transformações para deixar sua aplicação ainda mais escalável.
  • Melhoria de performance do console
    O console de desenvolvimento e gestão foi aperfeiçoado para que você possa navegar entre seus devices ainda mais rapidamente.
  • Revisão e novas funcionalidades na API
    A nossa API ganhou uma série de funcionalidades novas que você já pode usar para acelerar ainda mais o seu desenvolvimento.
  • Criação de API Tokens também via console
    Para criar uma aplicação de integração, você agora conta também com a possibilidade de criar e gestionar seus application tokens (API Tokens) diretamente do console.

Clique aqui e acesse a Plataforma Konker para conferir as novidades!

Na semana passada estivemos no IOT World, em Santa Clara, EUA. O evento é de grande porte e reuniu mais de 450 palestrantes e mais de 300 expositores dos mais diversos segmentos, entre eles industrial IoT, smart cities, smart home, energy & utilities, smart construction & smart buildings, connected & autonomous vehicles e data infrastructure, além de blockchain e IA.

Dentre os destaques do evento, a palestra “How to Start in Agriculture IoT” com Francesco Radicati, apresentou inúmeras oportunidades na produção de alimentos. Há uma previsão de que até 2050, a população mundial será de 9.8 bilhões de habitantes e a produção de alimentos precisará crescer 50% para suprir a necessidade de todas estas pessoas, mas o desperdício de alimentos atualmente representa 1/3 da produção global. Outro dado alarmante é o crescimento do consumo de água, sendo a agricultura é responsável por 70% do uso de água potável no mundo.

O painel “IoT Reality Check” com Maciej Kranz, VP Strategic Innovation da Cisco, apresentou cases de empresas como Harley-Davidson e Nimble Ice Cream, que obtiveram ganhos relevantes utilizando IoT em connected operations e remote operations.

Outro ponto importantíssimo foi o anúncio de investimento em IoT de grandes empresas do mercado, mostrando que a relevância de projetos para internet das coisas cresce cada vez mais. A Microsoft, por exemplo, tem a previsão de investir US$ 5 bilhões em IoT.

Lou Lutostanski, vice-presidente da Avnet, falou dos desafios existentes na criação de soluções IoT,  pois muitos projetos ainda ficam presos no “pilot purgatory” e há uma necessidade crítica de educação tanto das empresas quanto dos fornecedores para enfrentar esses desafios, como entender melhor o valor para o negócios das soluções e o potencial de tudo isso para rentabilizar e criar novos produtos.

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“Os desafios ainda são muito grandes, mas IoT está amadurecendo e já é possível ter bons resultados” é a lição aprendida na trilha de Internet das Coisas da QCon Brasil, que foi organizada pelo CTO da Konker Wellington Mariusso. O evento, que aconteceu em SP dos dia 09 a 11 de maio, reuniu os principais profissionais de TI do país e homenageou em suas tracks mulheres importante da história da computação.

A trilha de IoT, na sala Hedy Lamarr, abriu com o Jorge Maia, da CrazyTechLabs contando um pouco sobre sua experiência de aplicação de IoT no varejo.  Ele mostrou que nem sempre o que vemos em feiras e eventos funcionam como planejado quando a solução vai pra campo. Em um exemplo de reconhecimento de imagem em uma loja, existem desafios como consumo de bateria, queima de componentes, a desconfiança das pessoas sobre os dados delas sendo coletados e armazenados. Além disso, analisar imagens não é um processo simples: ele depende de questões como iluminação e ângulo da imagem, dificultando muitas vezes o reconhecimento de padrões pelo sistema. A boa notícia é que apesar das dificuldades em campo, isso resulta em um grande aprendizado que viabiliza produtos que realmente funcionam.

O Leonardo Lima, da V2COM trouxe sua experiência com a Eclipse Foundation na indústria e mostrou as dificuldades de se construir uma solução IoT, já que ela depende de muitos fatores. Sendo assim, muitos projetos falham porque as equipes tentam fazer tudo do zero e tomar decisões sem o devido embasamento. Desta forma, fazer parte de uma comunidade faz todo o sentido do mundo – tanto pensando em reuso de componentes já existentes quanto direcionamento. A equipe deve ser focada em atender as necessidades de negócio, pensar na escalabilidade de dispositivos e dados, estar preparada para a grande variedade de hardware e protocolos de dados que surgem e as falhas que podem acontecer no meio do caminho. Por isso soluções open source são tão importantes, uma vez que a experiência dos projetos, mesmo em áreas diferentes, vai ajudar a trilhar o seu caminho.

A tarde começou com o Marcelo Junqueira, da CI&T falando sobre a utilização do IoT Hub no Digital Workplace. Hoje, um dos maiores desafios dos facilities de grandes empresas é otimizar e reduzir o desperdício no ambiente corporativo e ele apresentou uma solução de reserva de salas de reunião. Tanto o hardware quanto a aplicação foram desenvolvidos por eles no contexto do projeto e o IoT Hub foi usado como a camada de comunicação entre essas frentes.

O Hébert de Oliveira trouxe sua experiência da empresa alemã tadoº GmbH , que atua na área de aquecimento residencial. Com muito tempo de desenvolvimento, ele mostrou como se preocupar com o ambiente em que o produto é aplicado é de suma importância, bem como a forma em que o usuário irá interagir com ele, fisicamente. Pensar no design é essencial para evitar problemas e erros que causem insatisfação das pessoas. É importante também pensar que, quando se produz um produto em larga escala, é necessário que se tenha controle do processo e produção, para que mudanças necessárias sejam feitas e que fazer testes dos mais variados tipos no sistema é fundamental para evitar uma catástrofe na casa do usuário.

O Wellington Messias, da BottomUp Telemetry, trouxe a experiência de construir uma solução 100% brasileira para compras recorrente, na criação do Superbotão da Supergasbras. O desafio era grande, pois ele precisava ser de fácil uso e trazer benefícios para revenda, cliente e distribuidora, além de ter um altíssimo rendimento e baixo custo. O produto levou alguns anos para ser construído e um dos principais desafios enfrentado por eles foi em relação a propagação da rede na casa das pessoas, que geralmente é ruim na cozinha e é onde fica o hardware da solução. A escolha pelo wi-fi, apesar de limitantes como troca de senha e alcance de antena, tem um custo menor de produção, transmissão e energia, além de ser mais confiável e ter fácil configuração.

Pra encerrar a trilha, o Pedro Bittencourt, da GreenAnt, trouxe os desafios de se criar uma solução para medir o consumo de energia elétrica, uma vez que a construção desse tipo de dispositivo possui várias regulamentações e dificuldades. Conexão da antena para comunicação com a rede de comunicação de dados, alto preço de componentes e importação foram alguns dos desafios no desenvolvimento do hardware, que levou vários anos para chegar ao que é hoje. Além disso, um outro desafio foi lidar com a enorme quantidade de dados que eram coletados, a cada 1s. Para isso, eles optaram por utilizar soluções já existentes no mercado para compor o ecossistema do produto, que já são reconhecidas e economizam tempo de desenvolvimento e riscos no controle de todos os dados que chegam na nuvem e são processados pelo sistema.

No segundo dia do evento se discutiu a combinação do mundo físico e digital e como isso tem impacto na nossa vida. O keynote da Rebecca Parsons, da ThoughtWorks,  trouxe a reflexão de como as interações estão cada vez mais imersivas, trazendo para o tempo real a simulação de problemas complexos por meio do digital. Não há limites definidos para isso, então precisamos entender as implicações das métricas que usamos e as consequências de nossas decisões, pensando nas questões éticas e os propósitos disso. Aliás, ética em machine learning foi um tema discutido pela Katharine Jarmul em sua talk, falando sobre como os datasets não são inclusivos e como isso ajuda a propagar resultados que causam injustiças e desigualdade sociais. Desta forma, é fundamental que a comunidade contribua com criar melhores datasets e que evite usar os não inclusivos para melhorar este cenário.

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Na semana do IoT, aconteceu também via webinar a 2ª edição do IoT Summit Brasil. O evento, que reuniu as maiores empresas de telecom do país, destacou pontos importantes do desenvolvimento de internet das coisas. Nós acompanhamos todo o evento e podemos ressaltar algumas discussões importantes.

IoT está amadurecendo

A internet das coisas está amadurecendo, mas ainda é um desafio para as empresas. Porém o investimento em IoT, apesar de ainda ser alto, vem crescendo cada vez mais ao longo dos anos. Diferentes player já estão no mercado, se atentando a infraestrutura e outras capacidades para atender demandas de conectividade e serviços.

Integração

Essa foi a palavra-chave do evento. A necessidade de integração entre diversas tecnologias em uma solução IoT faz com esse ponto seja muito importante, mas com tantas tecnologias envolvidas, nem sempre é uma tarefa fácil. Quanto mais integrado for o sistema, maior o valor gerado pela solução.

As plataformas são ótimas ferramentas de integração, por isso é importante que a escolha seja feita com cuidado e que se verifique as possibilidades de uso de api e conexões possíveis nela. Se você está começando uma solução IoT, escolher uma plataforma já existente ajuda a acelerar o seu processo de desenvolvimento e integração.

Porém a falta de padronização de dados, apis e conectividade ainda um desafio e aumenta a complexidade de uma solução.

Fomento do ecossistema

Com a complexidade da criação soluções IOT e a necessidade de integração, é fundamental para todos criarem uma forte de rede de parceiros. O valor não está só na conectividade ou nos dados, mas em todo o processo e atuar como um agente que una todas as frentes é um diferencial. Além disso, criar parcerias para atingir expertise por verticais pode ser uma boa alternativa para ter um diferencial no mercado.

No dia 09 de abril, aconteceu o IoT Day. O evento, que ocorre simultaneamente no mundo todo, visa debater os benefícios e tendências ligados à Internet das Coisas. A Konker esteve presente nos eventos realizados no Brasil e nos Estados Unidos.

No Brasil estivemos presentes em São Paulo no evento organizado pela ABINC, que reuniu os principais representantes do segmento no país, assim como empresários e entusiastas do tema, debateu as transformações provocadas pelo IoT no Brasil, as novas tecnologias e aplicações do IoT para áreas como saúde, logística, meteorologia e cidades inteligentes, além da abordagem dos panoramas, avanços e caminhos do IoT no país.

Nos Estados Unidos participamos do IoT Day na cidade de San Francisco, que explorou o crescimento das tecnologias em internet das coisas. Para contribuir com as discussões, apresentamos aos participantes as soluções que estão sendo desenvolvidas aqui na Konker utilizando a nossa Plataforma como aceleradora, que habilita a criação de soluções de forma rápida e sem complicações, junto com um forte ecossistema.

E se você quiser saber mais sobre, entre em contato com a gente.

Konker no IOT Day
IoT Day San Francisco
Konker no IOT Day
IoT Day San Francisco
Konker no IOT Day
IoT Day São Paulo
Konker no IOT Day
IoT Day São Paulo

Na última sexta-feira, recebemos a visita da Empoderoff, com o objetivo de conhecer um pouco mais sobre as iniciativas da Konker e os desafios enfrentados no mercado de IoT. O grupo, que faz visitas regulares a startups e empresas, tem como foco ampliar o network entre empreendedores e encontrar oportunidades de negócio.

Durante a visita do tour IoT, que visitou empresas inovadoras de internet das coisas em São Paulo, o grupo pode conhecer melhor sobre a Konker e os projetos feitos ao longos dos anos, explorando na prática como estas soluções são desenvolvidas para os mais diversos segmentos, e entenderam como a rede de parceiros é importante em uma solução IoT. Ainda durante a visita, os participantes contaram um pouco sobre sua experiência com internet das coisas e o que eles esperam desse mercado dentro dos seus próprios negócios.

Para o CEO da Konker, Alexandre Junqueira, que acompanhou o grupo durante a visita, estreitar esses laços com startups traz muitos benefícios. “Durante esses encontros podemos ter a visão de empreendedores dos mais diversos segmentos sobre as expectativas em IoT. Isso nos ajuda a ampliar nossa rede de parceiros e pensar em soluções para os mais diversos mercados”, enfatiza.

E voltem sempre, pessoal!

Coisas conectadas, integradas e que possibilitam a criação de projetos inovadores para gerar benefícios a longo prazo para as pessoas já é realidade e tem um nome: Internet das coisas. Cada vez mais, ela está presente nas indústrias, na saúde, nas cidades e até na casa das pessoas, gerando benefícios reais em áreas como economia, segurança, automação de tarefas e tomada de decisão.

O que está acontecendo neste momento é que estamos em um universo onde o smartphone é o centro do ecossistema. Mas, em 2020, o ecossistema será de unidades conectadas uma a outra, criando uma transformação digital que vai permitir ver e realizar ações de forma inteligente. Em resumo, IoT é inteligência distribuída, interagindo e presente em todo lugar.

O Brasil não ficou pra trás e tem feito muitas ações para estar entre os países que serão referência no segmento IoT.

Talvez a iniciativa mais importante tenha partido do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que divulgou recentemente um estudo com as diretrizes fundamentais para o Plano Nacional de IOT. Ele prevê uma série de regulamentações, políticas públicas e o posicionamento do Brasil neste cenário, priorizando as áreas com maior potencial de crescimento no país. O estudo foi estruturado em três fases:

  • Levantamento do mercado de Internet das Coisas no mundo;
  • Definição dos setores prioritários da economia brasileira para receber investimentos necessários para o desenvolvimento de IoT;
  • Formulação de ações voltadas para acelerar a implantação do mercado de IoT no país.

O potencial impacto socioeconômico da Internet das Coisas na produtividade da economia brasileira e no aperfeiçoamento de serviços públicos foi estimado pela consultoria McKinsey em até US$ 200 bilhões – o equivalente a aproximadamente 10% do PIB de 2016 –, considerando a utilização em diversos segmentos da economia descritos no plano até 2025.

Neste contexto, a limitação de recursos é uma preocupação do plano, que propõe ampla cooperação entre empresas, universidades e agências financiadoras. Criando um ecossistema forte, para que o país possa ser de fato competitivo perante outros países.

Porém um dos obstáculos para o crescimento de IoT no Brasil ainda é a conectividade. O país ainda tem deficiências na estrutura, que ainda não atinge todo o país, principalmente em zonas agrícolas e para a população mais pobre. Porém, as empresas de telecom já estão se preparando para este cenário.

Sermos mais ativos no consumo e apropriação das novas tecnologias torna nosso uso mais consciente, ajuda a criar um mercado mais colaborativo e faz da Internet das Coisas mais viável e acessível. É preciso cultivar a ideia de que a tecnologia deve ser uma aliada do indivíduo, e não a protagonista de sua vida. E para pensar uma Internet, não de coisas, mas de pessoas conscientes e empoderadas, precisamos criar juntos.

A Forbes divulgou na semana passada uma matéria baseada no estudo do Forrester Research que prevê quais elementos IoT ganharão escala para os negócios durante o ano de 2018.  Segundo os especialistas, a Internet das Coisas terá grande impacto no valor que as empresas oferecem para seus clientes. Além disso, as plataformas serão uma vantagem na infraestrutura das soluções e a segurança ainda é uma preocupação fundamental.

Entre os principais pontos destacados no relatório é a adoção de Plataformas de IoT pelas empresas no desenvolvimento de suas soluções. Elas começarão a se especializar em cenários de aplicação e operar neles, atendendo as necessidades específicas do seu público, criando produtos ou implementando processos conectados. Em outras palavras, os desenvolvedores irão optar cada vez mais por plataformas IoT construídas com seus casos de uso em mente e que integrem seu diversificado conjunto de recursos, para que eles possam se concentrar na execução do negócio, não gerenciando manualmente os” bits “do IoT.

Além disso, a integração dos dados IoT irá acontecer na nuvem e na ponta da solução simultaneamente e as plataformas devem estar preparadas para oferecer serviços além do núcleo da rede. Isso porque o desenvolvimento em nuvem traz para os desenvolvedores baixos custos de adoção, implantações rápidas, alcance global, fácil integração com outros sistemas e baixa manutenção. Ao mesmo tempo, os sistemas IOT precisa reduzir custos de ingestão de dados e latência de rede, jogando alguns processos para a ponta da solução. Assim os dispositivos podem atuar diretamente com base nos dados gerados, enquanto os processos de nuvem tratam de questões como segurança, escalabilidade, configuração, implementação e gerenciamento. Ou seja, ao optar por plataforma IoT, os tomadores de decisão de TI vão querer ter a certeza de que um provedor em potencial tenha uma estratégia sólida para a computação de ponta.

Há também que se levar em consideração a integração entre todas as cadeias da solução. Os desenvolvedores buscarão cada vez mais a integração de dispositivos através de serviços de plataformas open source, a fim de vincular todos os IoT ‘bits’ juntos.  Isso porque os desenvolvedores  buscam como requisitos baixos custos de adoção, implantação rápida para prototipagem, alcance global, fácil integração com sistemas de registro e um esforço de manutenção mínimo.

Ainda segundo o estudo, a economia de dados deve crescer, com as novas diretrizes adotadas na Europa. Nos Eua já é uma prática adotada por tomadores de decisão e analistas de dados. A União europeia irá tomar medidas para regulamentar a comercialização de dados obtidas pelas tecnologias iot.

Ao mesmo tempo as preocupações com segurança continuam, com um número crescente de ciberataques sendo previstos. Por isso é essencial investir em uma Plataforma segura para a comunicação de seus dados.

Além disso, IoT chega mais perto do consumidor final. Produtos nas varejistas para melhorar a comunicação entre as partes e melhorar a experiência do cliente, como o Amazon Alexa, devem ser implementados nas redes. Além disso, produtos e wearables continuam em alta e devem adotar cada vez mais comandos de voz para a interação com o usuário, em virtude da evolução da complexidade, amplitude e qualidade desses serviços.

Mas a visão é que os benefícios que a adoção de uma Plataforma IOT supere os desafios tecnológicos existentes em relação a essa questão. Todos parecem concordar que a IoT é uma coisa boa, e ninguém parece estar interessado em desacelerar ou fazer o tipo de investimentos maciços que é susceptível de levar para proporcionar segurança real à indústria.

Para saber mais sobre os benefícios de utilizar uma Plataforma IoT, acesse www.konkerlabs.com

No mês de outubro foi apresentado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o BNDES, as diretrizes do Plano Nacional de Internet das Coisas, que será concluído até o fim deste ano. Ele detalha as políticas, o plano de ação e as estratégias de implantação das tecnologias que vão conectar dispositivos e equipamentos.

O estudo, que foi produzido por um consórcio formado pela consultoria McKinsey Global Institute, o escritório Pereira Neto Macedo Advogados e o CPqD, reúne mais de 70 iniciativas para direcionar as políticas públicas e ações para Internet das Coisas entre 2018 e 2022 no Brasil.

Neste estudo, foram definidas as áreas que terão o maior foco de investimentos públicos nos próximos anos. São elas:

Agronegócio: Na área rural, destaque para as que aumentam a produtividade e a qualidade da produção rural brasileira com o uso de dados, que, por exemplo, ajudam a monitorar com precisão os ativos biológicos.

Cidades Inteligentes: adoção de soluções de Internet das Coisas em setores como transporte, segurança, aperfeiçoamento dos serviços públicos e gestão dos recursos naturais pode contribuir significativamente para promover a melhora da qualidade de vida da população.

Saúde: Iniciativas que reduzem filas de atendimento, custos de operação e infecção hospitalar, entre outros indicadores.

Indústria: Na área de indústria, a implementação de IoT nas pequenas e médias empresas permite aumentar a produtividade da manufatura local por meio de processos fabris mais eficientes e flexíveis, de integração das cadeias produtivas, e do desenho de produtos e modelos de negócios de maior valor agregado.

Entre as iniciativas, está a mobilização para aprovação, até maio do ano que vem, de projetos de lei necessários para induzir o desenvolvimento dessa tecnologia no Brasil. E ainda este ano, de reserva de parte do orçamento federal para políticas públicas.

Entre os PLs está a definição de um marco para a privacidade, segurança, proteção e uso de dados pessoais, além do novo modelo de telecomunicações. No que tange o financiamento público, além dos empréstimos do BNDES, há previsão de uso de dinheiro próprio do MCTIC, do Ministério da Saúde, além de estados e municípios.