Coisas conectadas, integradas e que possibilitam a criação de projetos inovadores para gerar benefícios a longo prazo para as pessoas já é realidade e tem um nome: Internet das coisas. Cada vez mais, ela está presente nas indústrias, na saúde, nas cidades e até na casa das pessoas, gerando benefícios reais em áreas como economia, segurança, automação de tarefas e tomada de decisão.

O que está acontecendo neste momento é que estamos em um universo onde o smartphone é o centro do ecossistema. Mas, em 2020, o ecossistema será de unidades conectadas uma a outra, criando uma transformação digital que vai permitir ver e realizar ações de forma inteligente. Em resumo, IoT é inteligência distribuída, interagindo e presente em todo lugar.

O Brasil não ficou pra trás e tem feito muitas ações para estar entre os países que serão referência no segmento IoT.

Talvez a iniciativa mais importante tenha partido do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que divulgou recentemente um estudo com as diretrizes fundamentais para o Plano Nacional de IOT. Ele prevê uma série de regulamentações, políticas públicas e o posicionamento do Brasil neste cenário, priorizando as áreas com maior potencial de crescimento no país. O estudo foi estruturado em três fases:

  • Levantamento do mercado de Internet das Coisas no mundo;
  • Definição dos setores prioritários da economia brasileira para receber investimentos necessários para o desenvolvimento de IoT;
  • Formulação de ações voltadas para acelerar a implantação do mercado de IoT no país.

O potencial impacto socioeconômico da Internet das Coisas na produtividade da economia brasileira e no aperfeiçoamento de serviços públicos foi estimado pela consultoria McKinsey em até US$ 200 bilhões – o equivalente a aproximadamente 10% do PIB de 2016 –, considerando a utilização em diversos segmentos da economia descritos no plano até 2025.

Neste contexto, a limitação de recursos é uma preocupação do plano, que propõe ampla cooperação entre empresas, universidades e agências financiadoras. Criando um ecossistema forte, para que o país possa ser de fato competitivo perante outros países.

Porém um dos obstáculos para o crescimento de IoT no Brasil ainda é a conectividade. O país ainda tem deficiências na estrutura, que ainda não atinge todo o país, principalmente em zonas agrícolas e para a população mais pobre. Porém, as empresas de telecom já estão se preparando para este cenário.

Sermos mais ativos no consumo e apropriação das novas tecnologias torna nosso uso mais consciente, ajuda a criar um mercado mais colaborativo e faz da Internet das Coisas mais viável e acessível. É preciso cultivar a ideia de que a tecnologia deve ser uma aliada do indivíduo, e não a protagonista de sua vida. E para pensar uma Internet, não de coisas, mas de pessoas conscientes e empoderadas, precisamos criar juntos.

A Forbes divulgou na semana passada uma matéria baseada no estudo do Forrester Research que prevê quais elementos IoT ganharão escala para os negócios durante o ano de 2018.  Segundo os especialistas, a Internet das Coisas terá grande impacto no valor que as empresas oferecem para seus clientes. Além disso, as plataformas serão uma vantagem na infraestrutura das soluções e a segurança ainda é uma preocupação fundamental.

Entre os principais pontos destacados no relatório é a adoção de Plataformas de IoT pelas empresas no desenvolvimento de suas soluções. Elas começarão a se especializar em cenários de aplicação e operar neles, atendendo as necessidades específicas do seu público, criando produtos ou implementando processos conectados. Em outras palavras, os desenvolvedores irão optar cada vez mais por plataformas IoT construídas com seus casos de uso em mente e que integrem seu diversificado conjunto de recursos, para que eles possam se concentrar na execução do negócio, não gerenciando manualmente os” bits “do IoT.

Além disso, a integração dos dados IoT irá acontecer na nuvem e na ponta da solução simultaneamente e as plataformas devem estar preparadas para oferecer serviços além do núcleo da rede. Isso porque o desenvolvimento em nuvem traz para os desenvolvedores baixos custos de adoção, implantações rápidas, alcance global, fácil integração com outros sistemas e baixa manutenção. Ao mesmo tempo, os sistemas IOT precisa reduzir custos de ingestão de dados e latência de rede, jogando alguns processos para a ponta da solução. Assim os dispositivos podem atuar diretamente com base nos dados gerados, enquanto os processos de nuvem tratam de questões como segurança, escalabilidade, configuração, implementação e gerenciamento. Ou seja, ao optar por plataforma IoT, os tomadores de decisão de TI vão querer ter a certeza de que um provedor em potencial tenha uma estratégia sólida para a computação de ponta.

Há também que se levar em consideração a integração entre todas as cadeias da solução. Os desenvolvedores buscarão cada vez mais a integração de dispositivos através de serviços de plataformas open source, a fim de vincular todos os IoT ‘bits’ juntos.  Isso porque os desenvolvedores  buscam como requisitos baixos custos de adoção, implantação rápida para prototipagem, alcance global, fácil integração com sistemas de registro e um esforço de manutenção mínimo.

Ainda segundo o estudo, a economia de dados deve crescer, com as novas diretrizes adotadas na Europa. Nos Eua já é uma prática adotada por tomadores de decisão e analistas de dados. A União europeia irá tomar medidas para regulamentar a comercialização de dados obtidas pelas tecnologias iot.

Ao mesmo tempo as preocupações com segurança continuam, com um número crescente de ciberataques sendo previstos. Por isso é essencial investir em uma Plataforma segura para a comunicação de seus dados.

Além disso, IoT chega mais perto do consumidor final. Produtos nas varejistas para melhorar a comunicação entre as partes e melhorar a experiência do cliente, como o Amazon Alexa, devem ser implementados nas redes. Além disso, produtos e wearables continuam em alta e devem adotar cada vez mais comandos de voz para a interação com o usuário, em virtude da evolução da complexidade, amplitude e qualidade desses serviços.

Mas a visão é que os benefícios que a adoção de uma Plataforma IOT supere os desafios tecnológicos existentes em relação a essa questão. Todos parecem concordar que a IoT é uma coisa boa, e ninguém parece estar interessado em desacelerar ou fazer o tipo de investimentos maciços que é susceptível de levar para proporcionar segurança real à indústria.

Para saber mais sobre os benefícios de utilizar uma Plataforma IoT, acesse www.konkerlabs.com

No mês de outubro foi apresentado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o BNDES, as diretrizes do Plano Nacional de Internet das Coisas, que será concluído até o fim deste ano. Ele detalha as políticas, o plano de ação e as estratégias de implantação das tecnologias que vão conectar dispositivos e equipamentos.

O estudo, que foi produzido por um consórcio formado pela consultoria McKinsey Global Institute, o escritório Pereira Neto Macedo Advogados e o CPqD, reúne mais de 70 iniciativas para direcionar as políticas públicas e ações para Internet das Coisas entre 2018 e 2022 no Brasil.

Neste estudo, foram definidas as áreas que terão o maior foco de investimentos públicos nos próximos anos. São elas:

Agronegócio: Na área rural, destaque para as que aumentam a produtividade e a qualidade da produção rural brasileira com o uso de dados, que, por exemplo, ajudam a monitorar com precisão os ativos biológicos.

Cidades Inteligentes: adoção de soluções de Internet das Coisas em setores como transporte, segurança, aperfeiçoamento dos serviços públicos e gestão dos recursos naturais pode contribuir significativamente para promover a melhora da qualidade de vida da população.

Saúde: Iniciativas que reduzem filas de atendimento, custos de operação e infecção hospitalar, entre outros indicadores.

Indústria: Na área de indústria, a implementação de IoT nas pequenas e médias empresas permite aumentar a produtividade da manufatura local por meio de processos fabris mais eficientes e flexíveis, de integração das cadeias produtivas, e do desenho de produtos e modelos de negócios de maior valor agregado.

Entre as iniciativas, está a mobilização para aprovação, até maio do ano que vem, de projetos de lei necessários para induzir o desenvolvimento dessa tecnologia no Brasil. E ainda este ano, de reserva de parte do orçamento federal para políticas públicas.

Entre os PLs está a definição de um marco para a privacidade, segurança, proteção e uso de dados pessoais, além do novo modelo de telecomunicações. No que tange o financiamento público, além dos empréstimos do BNDES, há previsão de uso de dinheiro próprio do MCTIC, do Ministério da Saúde, além de estados e municípios.

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IoT já é uma abordagem essencial para resolver problemas dos mais diversos tamanhos e criar oportunidades de negócios. Nesse contexto, aconteceu o IoT Experience 3, que reuniu grandes empresas e startups do Brasil. O evento tem o objetivo de criar um ambiente de inovação, formando um ecossistema colaborativo que traga benefícios reais para as empresas e para o consumidor.

O Plano nacional de IoT, que começou a ser produzido por meio de um consórcio em 2014 e teve seu lançamento no início do mês foi o primeiro ponto de discussão. Criado com a visão de que o Brasil pode desenvolver soluções para suas demandas e não somente importá-las, o estudo elegeu as áreas de cidades inteligentes, saúde, agronegócio e indústrias como as principais vertentes de investimento para o desenvolvimento de IoT no Brasil nos próximos anos.

Neste contexto, empresas dos mais diversos segmentos, que já estão apostando em IoT para resolver diversos desafios do seu dia a dia, apresentaram suas demandas durante os painéis. É importante observar que elas ainda estão conservadoras em relação a adoção da internet das coisas. A maioria das aplicações desenvolvidas ainda estão em provas de conceito e dependem de muitos fatores para, de fato, tornarem-se soluções viáveis. Isso porque ainda há muitos desafios em termos de custo de dispositivos e conectividade. Apesar disso, as empresas estão otimistas que essas aplicações ganharão escala em breve, porque já é possível visualizar resultados de ganhos reais em suas cadeias de produção com a implementação dessas tecnologias.

Para enfrentar esses desafios, as empresas de tecnologia já estão apostando em soluções inovadoras para suprirem as demandas de forma mais rápida e customizadas aos clientes. Mas a maior dificuldade para entregar soluções customizadas é a dificuldade do cliente em definir os cenários de aplicação de IoT. Não ter um problema bem definido para resolver muitas vezes atrasa ou inviabiliza uma aplicação de internet das coisas.

Mas a visão do mercado é otimista. Com o crescimento dos investimentos em IOT, as empresas têm apostado em parcerias dentro do ecossistema IoT para que seja possível entregar uma solução de ponta a ponta, uma vez que nenhuma empresa consegue suprir todas as necessidades sozinha. Além disso, empresas e universidades tem formado parcerias interessantes para formar profissionais capacitados e ampliar as pesquisas aplicadas a problemas reais, aproximando estudantes dos verdadeiros problemas do mercado.

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A Futurecom, maior evento de telecomunicações, TI e internet da américa Latina, aconteceu na última semana em São Paulo e reunião mais de 220 empresas do setor. A Konker esteve presente em dois espaços do evento, mostrando suas soluções de internet das coisas e a aplicabilidade da Plataforma Konker.

O que se viu no evento foi uma grande mostra da revolução que está por vir na vida de usuários e empresas do setor. Uma revolução, aliás, que chega com nome: Internet das Coisas – o IoT.  Grande parte dos estandes mostrou que internet das coisas já está virando realidade nas empresas brasileiras, com diversas aplicações voltadas principalmente para as áreas de logística, saúde e varejo, com destaque para os protótipos envolvendo experiências de sensoriamento remoto, análise de dados, inteligência artificial e mobilidade.

No IOT Pavillon, as maiores empresas de telecomunicações do Brasil mostraram seus projetos na área de IOT. A Konker, em parceria com a Oi, mostrou as soluções de geladeira e gôndola inteligentes. A solução permite que o usuário possa fazer o controle do seu inventario e bens de consumo no ponto de venda. O sistema tira fotos em tempo real e faz análise das imagens, mostrando quais produtos estão em exposição e a quantidade deles.  Integrado a solução da geladeira, é possível também verificar o consumo de energia do refrigerador em tempo real, além de informações sobre os horários de maior gasto no dia e qual o valor gasto até o momento.

Segundo Paulo Victor Noronha, gerente de operações da Oi “O objetivo é aparelhar o varejo, para que ele não tenha só informações do ponto de venda. Com uma quantidade maior de dados em mãos, ele pode ser mais assertivo na tomada de decisão”.

Já na área do IoT Lab Experience, a Konker esteve em parceria com as empresas Advantech, Sierra Wireless, Intel e CPQD, mostrando como a Plataforma Konker é versátil, podendo se adaptar a qualquer dispositivo. Junto com a Advantech, a Konker mostrou a integração dos dispositivos industriais com a Plataforma Konker na nuvem, onde os usuários podiam ver em tempo real dados de temperatura e umidade, além do acionamento de led e cooler.

Para Julio Cesar Garcia, coordenador de engenharia da Advantech, “A integração dos dispositivos com a Plataforma Konker faz com o usuário entenda os dados de forma bastante simples, para que ele possa ver o que acontece com os dispositivos, além de ter todas informações sobre o que está acontecendo no sistema”.

Também foi apresentado durante a Futurecom o documento base do Plano Nacional de Internet das Coisas, divulgado pelo governo federal e que foi concebido a partir da reunião do Ministério da Ciência e Tecnologia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o consórcio liderado pela McKinsey & Company, com a participação da Fundação CPqD.  O plano prevê o detalhamento e a análise prática de como a tecnologia poderá ser usada, mostrando prioridades e desafios para a implementação do IoT – e da indústria – no Brasil.

Você está desenvolvendo um projeto IoT e encontrou duas ferramentas incríveis que ajudarão no desenvolvimento da sua solução – e assim não precisará reinventar a roda. Uma é de código aberto e a outra de código fechado. Qual será a melhor escolha?

Vamos supor que a ferramenta de código aberto está sob uma licença comercialmente amigável como MIT ou Apache2. Isto é, você pode usar e alterar o código livremente sem preocupações legais.

Depois de duas semanas analisando profundamente as duas alternativas, você descobre que elas são realmente fáceis de se usar. Então pode refletir sobre os seguintes pontos:

   –    As duas soluções são quase perfeitas, entretanto, nas duas existem algumas funcionalidades que você gostaria de alterar. Na solução de código aberto é bem mais fácil a customização. Na solução de código fechado você pode entrar em contato com o responsável pelo código e aguardar o desenvolvimento.

   –    E se os desenvolvedores deixarem de prestar suporte? Na alternativa de código aberto, sem grandes problemas. Você tem independência. Tem acesso ao código, então pode fazer alterações e continuar usando a ferramenta, ou seja, longa vida para sua solução. Na opção de código fechado, você fica sem muitas alternativas.

Agora, mesmo que você opte por usar a solução como serviço (SaaS), ter o código aberto irá te dar mais segurança e confiança, já que o código pode ser avaliado e auditado. Não só por sua equipe técnica, mas por milhares de pessoas que acompanham os commit (alterações nos códigos) que estão sendo feitas. Essa dupla checagem no código é uma metodologia que aumenta a qualidade do código entregue. Já em uma ferramenta de código fechado, você precisa confiar muito e quase que exclusivamente no seu fornecedor. Recentemente o ransomware WannaCry, que infectou centenas de milhares de computadores ao redor do mundo, explorava uma falha de segurança de um trecho de código no qual poucas pessoas tinham acesso. E quando a falha foi descoberta, ela não foi reportada para correção. [1]

No contexto de IoT, onde milhares de soluções serão criadas nos próximos anos com diferentes tipos de dispositivos conversando entre si, acreditamos que padrões de mercado são importantes. Quanto mais padronizada a comunicação entre todas as pontas, mais saudável será o ecossistema. Nesse sentido, o código aberto acelera essa padronização, já que toda a comunidade pode olhar os métodos de conexão da solução desenvolvida, enquanto soluções de código proprietários tornam mais difíceis a compreensão dos detalhes de conexão da ferramenta e a análise de problemas de conectividade.

Por fim, não olhe para o código aberto apenas como uma solução de menor custo para você. Confiança, liberdade e qualidade também são aspectos muito importantes para você levar em consideração na sua escolha final de sua ferramenta.

Autor: Carlos Kobayashi

[1] https://blogs.microsoft.com/on-the-issues/2017/05/14/need-urgent-collective-action-keep-people-safe-online-lessons-last-weeks-cyberattack/

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Dos dias 31 de julho a 04 de agosto, aconteceu na UNICAMP a VII SECOMP – Semana de Computação da UNICAMP. A Konker esteve no evento junto com a Inmetrics, patrocinadora do evento. Ao longo da semana, estudantes dos cursos de computação da universidade puderam estar em contato com empresas e profissionais trocando experiências.

Com o tema “Montando uma solução IOT de Ponta a Ponta”, Luis Gonzalez, PhD em Física pela Unicamp e especialista R&D da Konker ministrou um minicurso sobre o tema. Durante toda a manhã os alunos viram na prática como construir soluções conectadas e como a IoT já pode ser uma realidade para resolver diversos problemas. e que, de maneira simples, eles podem aplicar em seu cotidiano. Além disso, eles puderam conhecer um pouco mais sobre a Plataforma Konker e como podem contribuir para o desenvolvimento dela para a comunidade IoT, uma vez que se trata de uma plataforma Open Source.

Durante o minicurso, os participantes montaram um o hardware com sensor de temperatura usando um microcontrolador e conectaram a Plataforma Konker, para que em tempo real pudessem enviar mensagens entre dispositivos e vê-los em ação. “Este é um recurso primordial para que os alunos possam conhecer as possibilidades de uma solução IoT. Vendo uma solução de ponta a ponta, eles podem trabalhar no projeto como um todo e testá-lo para a criação de novos produtos”, afirma Luis.

No último dia 25 de Julho aconteceu em San Francisco, no hotel Intercontinental, o evento Deciphering IoT e a Konker esteve presente no evento.

A Internet das Coisas é uma das áreas de crescimento mais destacadas por todos os analistas de TI. Na verdade, qualquer previsão comercial importante para os próximos anos inclui IoT de uma forma ou de outra.

O evento Decifrando a IoT explorou como a Internet das Coisas tornou-se a força motriz por trás da melhoria da eficiência de empresas, gerando oportunidades de receita e resolvendo problemas de negócios em várias indústrias e em todas as áreas funcionais de negócios. Além disso, foi importante para a Konker fortalecer a sua rede de parceiros e estar cada vez mais presente no ecossistema mundial de IoT. Durante o evento foram abordados assuntos relevantes como a criação de valor em IOT utilizando realidade aumentada, segurança e modelos de monetização.

Nosso Head de Produto & Marketing, Rafael Ferraz, destacou o ciclo de vida de um projeto IoT como um dos principais temas do evento. “O desenvolvimento de aplicativos e dispositivos para IoT possuem desafios únicos. Antes de iniciar um projeto IoT, as empresas devem planejar todo o ciclo de vida, desde o design até o end of life.”, comenta Ferraz.

Durante este painel as empresas discutiram todo o ciclo de vida do projeto IoT: construção, teste, implementação e gerenciamento de aplicativos IoT. Além disso, compartilharam dicas para agilizar e acelerar o processo de desenvolvimento.”Compreender os desafios que você pode enfrentar em cada estágio do ciclo de vida e como abordá-los é fundamental para um projeto IoT bem-sucedido” complementa Rafael Ferraz.

No último dia 29 de junho, participamos do IOT Business Fórum, que aconteceu em São Paulo e reuniu grandes empresas para discutir a aplicação da internet das coisas nos mais diversos segmentos.

Dentre os principais temas discutidos no evento, o destaque foi o amadurecimento das soluções criadas. A preocupação, que antes era apenas conectar dispositivos, mudou para o desenvolvimento de soluções que realmente atendam às necessidades das pessoas e das empresas, tornando essas coisas de fato inteligentes com o uso de AI.

Neste contexto, nosso Head de Produto e Tecnologia Wellington Mariusso apresentou uma palestra sobre “Como inovar em um mundo cada vez mais conectado” provocando os participantes a pensarem em como criar soluções que sejam relevantes para as pessoas e quais aspectos levamos em consideração na Konker quando estamos desenvolvendo nossas soluções. Além disso, demonstramos algumas soluções reais utilizando a Platafoma Konker.

Confira algumas fotos do evento.

 

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Fotos: TI Inside e Konker