Entre os dias 06 e 10 de maio aconteceu o SBRC – Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos –  em Gramado-RS, o Luis Fernando Gomez Gonzalez representou a Konker no evento, apresentando nossas iniciativas em Internet das Coisas e a Plataforma Konker.

No primeiro dia do evento ocorreram as reuniões de trabalho de grupos especializados em Computação Urbana, Clouds e Aplicações, Blockchain, Testes e Tolerância a Falhas, entre outros. Nesse dia apresentamos um seminário sobre IoT no Workshop de Computação Urbana (Courb), onde contamos como começou a implementação, junto à Unicamp, de um grande projeto de Smart Cities dentro do Campus. Esse projeto hoje possui iniciativas que abordam desde monitoramento de estacionamentos, até circular de ônibus e descarte de resíduos.

Outras apresentações no evento destacaram novas metodologias para resolver problemas de computação urbana, redes sem fios, redes de sensores, segurança em redes, redes veiculares, cidades inteligentes e IoT. Diversos métodos e mesmo novas aplicações foram apresentadas se utilizando de tecnologias baseadas em Blockchain, Tangle e Machine Learning.

Em outros dois dias de evento estivemos presentes no Salão de Ferramentas, apresentando a Plataforma Konker. Os participantes puderam entender como funciona a arquitetura, que envolve diversas ferramentas open source e ver em tempo real como ela funciona por meio de algumas demonstrações utilizando sensores e atuadores baseados em microcontroladores simples. Também destacamos os projetos acadêmicos que já desenvolvemos em parceria com as universidades como Unicamp, PUC Campinas e UFABC, além de outros projetos que temos desenvolvido nas linhas de Smart Cities, Smart Office e Logística.

Como resultado das apresentações da Plataforma Konker, recebemos o prêmio de Melhor Ferramenta do Salão de Ferramenta do SBRC 2019, após o julgamento de 18 excelentes ferramentas apresentadas durante o Simpósio.

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Que tal um cafezinho para conferir a nova versão da Plataforma Konker?
Gerencie o acesso de dados para diferentes níveis de usuários com a nova Plataforma Konker, agregando mais versatilidade, robustez e segurança em suas soluções IoT.

O que tem de novo?

API

  • Gerenciamento de usuários por Aplicação (Application) e/ou local (Location)
    Você pode associar um usuário à uma aplicação ou location específicas e, desta forma ele só poderá acessar dados e receber notificações destinados à ele.
  • Paginação de listas de devices, application e device models
  • Criação de private storage por application
    Você tem disponível um repositório de dados independente, para salvar e consumir dados sobre sua aplicação, criando coleções de informações que façam sentido em seu modelo de negócio.
  • Melhoria na ingestão de dados via Gateway

E mais:

  • Otimização na exibição dos dados de dispositivos via console

Veja as mudanças de nossa API em api.demo.konkerlabs.net
Acesse o console em demo.konkerlabs.net
Qualquer problema ou dúvida, entre em contato com a gente!

A Konker foi premiada, na tarde desta sexta-feira, dia 29 de novembro, com o Prêmio Ábaco de computação, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O prêmio é concedido às empresas que, ao longo do último ano, melhor se sobressaem em atividades relacionadas a computação.

No ano de 2018 a Konker, em parceria com a Unicamp,desenvolveu diversos projetos referente ao Smart Campus da instituição. Para o CEO da Konker, Alexandre Junqueira, receber este prêmio é uma grande satisfação para a Konker “Essa parceria que iniciou no último ano já tem mostrado resultados, pois com o uso da Plataforma Konker o desenvolvimento dos projetos foi acelerado e eles já estão sendo aplicados e mostrando resultados dentro da instituição”.

Um dos projetos desenvolvidos dentro do Smart Campus é o Smart Parking, que tem como objetivo verificar a quantidade de vagas disponíveis nos estacionamentos da Unicamp por meio de reconhecimento de imagem e informar aos visitantes. A iniciativa já está operando no estacionamento do Instituto de Computação e está na fase de treinamento das imagens coletadas do estacionamento para identificação de vagas livres e, no início do próximo ano, um display será colocado no estacionamento para a visualização dos usuários.

A nova versão da Plataforma Konker foi lançada e com ela, várias implementações e melhorias de desempenho para tornar sua solução IoT mais produtiva, escalável e eficiente.

Conheça os novos recursos:

  • Atualização de firmware com OTA nativo
    Agora você pode atualizar o firmware dos seus dispositivos utilizando a tecnologia Over-The-Air. Isso torna extremamente prático a atualização remota de equipamentos em campo, eliminando a necessidade de desmontar seu equipamento e ligá-lo ao seu computador para atualizar.
  • Upload e tratamento de dados multimídia
    Agora você pode, por meio de uma conexão REST, salvar na Plataforma Konker imagens e sons coletados por seus dispositivos.
  • Novas features de depuração no desenvolvimento
    Agora é possível verificar se um dispositivo está enviando dados por meio do canal _echo, verificar o nível de bateria e registrar o último ip usado por um dispositivo. Usando esses canais padrão você também já conta com o suporte nativo da plataforma para serviços de watchdog e health-check dos devices, sem ter que escrever nenhuma linha de código extra.
  • Integrações mais rápidas e flexíveis
    Melhorias de desempenho de rotas e transformações para deixar sua aplicação ainda mais escalável.
  • Melhoria de performance do console
    O console de desenvolvimento e gestão foi aperfeiçoado para que você possa navegar entre seus devices ainda mais rapidamente.
  • Revisão e novas funcionalidades na API
    A nossa API ganhou uma série de funcionalidades novas que você já pode usar para acelerar ainda mais o seu desenvolvimento.
  • Criação de API Tokens também via console
    Para criar uma aplicação de integração, você agora conta também com a possibilidade de criar e gestionar seus application tokens (API Tokens) diretamente do console.

Clique aqui e acesse a Plataforma Konker para conferir as novidades!

Na semana passada estivemos no IOT World, em Santa Clara, EUA. O evento é de grande porte e reuniu mais de 450 palestrantes e mais de 300 expositores dos mais diversos segmentos, entre eles industrial IoT, smart cities, smart home, energy & utilities, smart construction & smart buildings, connected & autonomous vehicles e data infrastructure, além de blockchain e IA.

Dentre os destaques do evento, a palestra “How to Start in Agriculture IoT” com Francesco Radicati, apresentou inúmeras oportunidades na produção de alimentos. Há uma previsão de que até 2050, a população mundial será de 9.8 bilhões de habitantes e a produção de alimentos precisará crescer 50% para suprir a necessidade de todas estas pessoas, mas o desperdício de alimentos atualmente representa 1/3 da produção global. Outro dado alarmante é o crescimento do consumo de água, sendo a agricultura é responsável por 70% do uso de água potável no mundo.

O painel “IoT Reality Check” com Maciej Kranz, VP Strategic Innovation da Cisco, apresentou cases de empresas como Harley-Davidson e Nimble Ice Cream, que obtiveram ganhos relevantes utilizando IoT em connected operations e remote operations.

Outro ponto importantíssimo foi o anúncio de investimento em IoT de grandes empresas do mercado, mostrando que a relevância de projetos para internet das coisas cresce cada vez mais. A Microsoft, por exemplo, tem a previsão de investir US$ 5 bilhões em IoT.

Lou Lutostanski, vice-presidente da Avnet, falou dos desafios existentes na criação de soluções IoT,  pois muitos projetos ainda ficam presos no “pilot purgatory” e há uma necessidade crítica de educação tanto das empresas quanto dos fornecedores para enfrentar esses desafios, como entender melhor o valor para o negócios das soluções e o potencial de tudo isso para rentabilizar e criar novos produtos.

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“Os desafios ainda são muito grandes, mas IoT está amadurecendo e já é possível ter bons resultados” é a lição aprendida na trilha de Internet das Coisas da QCon Brasil, que foi organizada pelo CTO da Konker Wellington Mariusso. O evento, que aconteceu em SP dos dia 09 a 11 de maio, reuniu os principais profissionais de TI do país e homenageou em suas tracks mulheres importante da história da computação.

A trilha de IoT, na sala Hedy Lamarr, abriu com o Jorge Maia, da CrazyTechLabs contando um pouco sobre sua experiência de aplicação de IoT no varejo.  Ele mostrou que nem sempre o que vemos em feiras e eventos funcionam como planejado quando a solução vai pra campo. Em um exemplo de reconhecimento de imagem em uma loja, existem desafios como consumo de bateria, queima de componentes, a desconfiança das pessoas sobre os dados delas sendo coletados e armazenados. Além disso, analisar imagens não é um processo simples: ele depende de questões como iluminação e ângulo da imagem, dificultando muitas vezes o reconhecimento de padrões pelo sistema. A boa notícia é que apesar das dificuldades em campo, isso resulta em um grande aprendizado que viabiliza produtos que realmente funcionam.

O Leonardo Lima, da V2COM trouxe sua experiência com a Eclipse Foundation na indústria e mostrou as dificuldades de se construir uma solução IoT, já que ela depende de muitos fatores. Sendo assim, muitos projetos falham porque as equipes tentam fazer tudo do zero e tomar decisões sem o devido embasamento. Desta forma, fazer parte de uma comunidade faz todo o sentido do mundo – tanto pensando em reuso de componentes já existentes quanto direcionamento. A equipe deve ser focada em atender as necessidades de negócio, pensar na escalabilidade de dispositivos e dados, estar preparada para a grande variedade de hardware e protocolos de dados que surgem e as falhas que podem acontecer no meio do caminho. Por isso soluções open source são tão importantes, uma vez que a experiência dos projetos, mesmo em áreas diferentes, vai ajudar a trilhar o seu caminho.

A tarde começou com o Marcelo Junqueira, da CI&T falando sobre a utilização do IoT Hub no Digital Workplace. Hoje, um dos maiores desafios dos facilities de grandes empresas é otimizar e reduzir o desperdício no ambiente corporativo e ele apresentou uma solução de reserva de salas de reunião. Tanto o hardware quanto a aplicação foram desenvolvidos por eles no contexto do projeto e o IoT Hub foi usado como a camada de comunicação entre essas frentes.

O Hébert de Oliveira trouxe sua experiência da empresa alemã tadoº GmbH , que atua na área de aquecimento residencial. Com muito tempo de desenvolvimento, ele mostrou como se preocupar com o ambiente em que o produto é aplicado é de suma importância, bem como a forma em que o usuário irá interagir com ele, fisicamente. Pensar no design é essencial para evitar problemas e erros que causem insatisfação das pessoas. É importante também pensar que, quando se produz um produto em larga escala, é necessário que se tenha controle do processo e produção, para que mudanças necessárias sejam feitas e que fazer testes dos mais variados tipos no sistema é fundamental para evitar uma catástrofe na casa do usuário.

O Wellington Messias, da BottomUp Telemetry, trouxe a experiência de construir uma solução 100% brasileira para compras recorrente, na criação do Superbotão da Supergasbras. O desafio era grande, pois ele precisava ser de fácil uso e trazer benefícios para revenda, cliente e distribuidora, além de ter um altíssimo rendimento e baixo custo. O produto levou alguns anos para ser construído e um dos principais desafios enfrentado por eles foi em relação a propagação da rede na casa das pessoas, que geralmente é ruim na cozinha e é onde fica o hardware da solução. A escolha pelo wi-fi, apesar de limitantes como troca de senha e alcance de antena, tem um custo menor de produção, transmissão e energia, além de ser mais confiável e ter fácil configuração.

Pra encerrar a trilha, o Pedro Bittencourt, da GreenAnt, trouxe os desafios de se criar uma solução para medir o consumo de energia elétrica, uma vez que a construção desse tipo de dispositivo possui várias regulamentações e dificuldades. Conexão da antena para comunicação com a rede de comunicação de dados, alto preço de componentes e importação foram alguns dos desafios no desenvolvimento do hardware, que levou vários anos para chegar ao que é hoje. Além disso, um outro desafio foi lidar com a enorme quantidade de dados que eram coletados, a cada 1s. Para isso, eles optaram por utilizar soluções já existentes no mercado para compor o ecossistema do produto, que já são reconhecidas e economizam tempo de desenvolvimento e riscos no controle de todos os dados que chegam na nuvem e são processados pelo sistema.

No segundo dia do evento se discutiu a combinação do mundo físico e digital e como isso tem impacto na nossa vida. O keynote da Rebecca Parsons, da ThoughtWorks,  trouxe a reflexão de como as interações estão cada vez mais imersivas, trazendo para o tempo real a simulação de problemas complexos por meio do digital. Não há limites definidos para isso, então precisamos entender as implicações das métricas que usamos e as consequências de nossas decisões, pensando nas questões éticas e os propósitos disso. Aliás, ética em machine learning foi um tema discutido pela Katharine Jarmul em sua talk, falando sobre como os datasets não são inclusivos e como isso ajuda a propagar resultados que causam injustiças e desigualdade sociais. Desta forma, é fundamental que a comunidade contribua com criar melhores datasets e que evite usar os não inclusivos para melhorar este cenário.

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Na semana do IoT, aconteceu também via webinar a 2ª edição do IoT Summit Brasil. O evento, que reuniu as maiores empresas de telecom do país, destacou pontos importantes do desenvolvimento de internet das coisas. Nós acompanhamos todo o evento e podemos ressaltar algumas discussões importantes.

IoT está amadurecendo

A internet das coisas está amadurecendo, mas ainda é um desafio para as empresas. Porém o investimento em IoT, apesar de ainda ser alto, vem crescendo cada vez mais ao longo dos anos. Diferentes player já estão no mercado, se atentando a infraestrutura e outras capacidades para atender demandas de conectividade e serviços.

Integração

Essa foi a palavra-chave do evento. A necessidade de integração entre diversas tecnologias em uma solução IoT faz com esse ponto seja muito importante, mas com tantas tecnologias envolvidas, nem sempre é uma tarefa fácil. Quanto mais integrado for o sistema, maior o valor gerado pela solução.

As plataformas são ótimas ferramentas de integração, por isso é importante que a escolha seja feita com cuidado e que se verifique as possibilidades de uso de api e conexões possíveis nela. Se você está começando uma solução IoT, escolher uma plataforma já existente ajuda a acelerar o seu processo de desenvolvimento e integração.

Porém a falta de padronização de dados, apis e conectividade ainda um desafio e aumenta a complexidade de uma solução.

Fomento do ecossistema

Com a complexidade da criação soluções IOT e a necessidade de integração, é fundamental para todos criarem uma forte de rede de parceiros. O valor não está só na conectividade ou nos dados, mas em todo o processo e atuar como um agente que una todas as frentes é um diferencial. Além disso, criar parcerias para atingir expertise por verticais pode ser uma boa alternativa para ter um diferencial no mercado.

No dia 09 de abril, aconteceu o IoT Day. O evento, que ocorre simultaneamente no mundo todo, visa debater os benefícios e tendências ligados à Internet das Coisas. A Konker esteve presente nos eventos realizados no Brasil e nos Estados Unidos.

No Brasil estivemos presentes em São Paulo no evento organizado pela ABINC, que reuniu os principais representantes do segmento no país, assim como empresários e entusiastas do tema, debateu as transformações provocadas pelo IoT no Brasil, as novas tecnologias e aplicações do IoT para áreas como saúde, logística, meteorologia e cidades inteligentes, além da abordagem dos panoramas, avanços e caminhos do IoT no país.

Nos Estados Unidos participamos do IoT Day na cidade de San Francisco, que explorou o crescimento das tecnologias em internet das coisas. Para contribuir com as discussões, apresentamos aos participantes as soluções que estão sendo desenvolvidas aqui na Konker utilizando a nossa Plataforma como aceleradora, que habilita a criação de soluções de forma rápida e sem complicações, junto com um forte ecossistema.

E se você quiser saber mais sobre, entre em contato com a gente.

Konker no IOT Day
IoT Day San Francisco
Konker no IOT Day
IoT Day San Francisco
Konker no IOT Day
IoT Day São Paulo
Konker no IOT Day
IoT Day São Paulo

Na última sexta-feira, recebemos a visita da Empoderoff, com o objetivo de conhecer um pouco mais sobre as iniciativas da Konker e os desafios enfrentados no mercado de IoT. O grupo, que faz visitas regulares a startups e empresas, tem como foco ampliar o network entre empreendedores e encontrar oportunidades de negócio.

Durante a visita do tour IoT, que visitou empresas inovadoras de internet das coisas em São Paulo, o grupo pode conhecer melhor sobre a Konker e os projetos feitos ao longos dos anos, explorando na prática como estas soluções são desenvolvidas para os mais diversos segmentos, e entenderam como a rede de parceiros é importante em uma solução IoT. Ainda durante a visita, os participantes contaram um pouco sobre sua experiência com internet das coisas e o que eles esperam desse mercado dentro dos seus próprios negócios.

Para o CEO da Konker, Alexandre Junqueira, que acompanhou o grupo durante a visita, estreitar esses laços com startups traz muitos benefícios. “Durante esses encontros podemos ter a visão de empreendedores dos mais diversos segmentos sobre as expectativas em IoT. Isso nos ajuda a ampliar nossa rede de parceiros e pensar em soluções para os mais diversos mercados”, enfatiza.

E voltem sempre, pessoal!

A Forbes divulgou na semana passada uma matéria baseada no estudo do Forrester Research que prevê quais elementos IoT ganharão escala para os negócios durante o ano de 2018.  Segundo os especialistas, a Internet das Coisas terá grande impacto no valor que as empresas oferecem para seus clientes. Além disso, as plataformas serão uma vantagem na infraestrutura das soluções e a segurança ainda é uma preocupação fundamental.

Entre os principais pontos destacados no relatório é a adoção de Plataformas de IoT pelas empresas no desenvolvimento de suas soluções. Elas começarão a se especializar em cenários de aplicação e operar neles, atendendo as necessidades específicas do seu público, criando produtos ou implementando processos conectados. Em outras palavras, os desenvolvedores irão optar cada vez mais por plataformas IoT construídas com seus casos de uso em mente e que integrem seu diversificado conjunto de recursos, para que eles possam se concentrar na execução do negócio, não gerenciando manualmente os” bits “do IoT.

Além disso, a integração dos dados IoT irá acontecer na nuvem e na ponta da solução simultaneamente e as plataformas devem estar preparadas para oferecer serviços além do núcleo da rede. Isso porque o desenvolvimento em nuvem traz para os desenvolvedores baixos custos de adoção, implantações rápidas, alcance global, fácil integração com outros sistemas e baixa manutenção. Ao mesmo tempo, os sistemas IOT precisa reduzir custos de ingestão de dados e latência de rede, jogando alguns processos para a ponta da solução. Assim os dispositivos podem atuar diretamente com base nos dados gerados, enquanto os processos de nuvem tratam de questões como segurança, escalabilidade, configuração, implementação e gerenciamento. Ou seja, ao optar por plataforma IoT, os tomadores de decisão de TI vão querer ter a certeza de que um provedor em potencial tenha uma estratégia sólida para a computação de ponta.

Há também que se levar em consideração a integração entre todas as cadeias da solução. Os desenvolvedores buscarão cada vez mais a integração de dispositivos através de serviços de plataformas open source, a fim de vincular todos os IoT ‘bits’ juntos.  Isso porque os desenvolvedores  buscam como requisitos baixos custos de adoção, implantação rápida para prototipagem, alcance global, fácil integração com sistemas de registro e um esforço de manutenção mínimo.

Ainda segundo o estudo, a economia de dados deve crescer, com as novas diretrizes adotadas na Europa. Nos Eua já é uma prática adotada por tomadores de decisão e analistas de dados. A União europeia irá tomar medidas para regulamentar a comercialização de dados obtidas pelas tecnologias iot.

Ao mesmo tempo as preocupações com segurança continuam, com um número crescente de ciberataques sendo previstos. Por isso é essencial investir em uma Plataforma segura para a comunicação de seus dados.

Além disso, IoT chega mais perto do consumidor final. Produtos nas varejistas para melhorar a comunicação entre as partes e melhorar a experiência do cliente, como o Amazon Alexa, devem ser implementados nas redes. Além disso, produtos e wearables continuam em alta e devem adotar cada vez mais comandos de voz para a interação com o usuário, em virtude da evolução da complexidade, amplitude e qualidade desses serviços.

Mas a visão é que os benefícios que a adoção de uma Plataforma IOT supere os desafios tecnológicos existentes em relação a essa questão. Todos parecem concordar que a IoT é uma coisa boa, e ninguém parece estar interessado em desacelerar ou fazer o tipo de investimentos maciços que é susceptível de levar para proporcionar segurança real à indústria.

Para saber mais sobre os benefícios de utilizar uma Plataforma IoT, acesse www.konkerlabs.com