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O cenário brasileiro de IoT

by Bruna Benincá for Articles, Blog Leave a comment
O cenário brasileiro de IoT

Coisas conectadas, integradas e que possibilitam a criação de projetos inovadores para gerar benefícios a longo prazo para as pessoas já é realidade e tem um nome: Internet das coisas. Cada vez mais, ela está presente nas indústrias, na saúde, nas cidades e até na casa das pessoas, gerando benefícios reais em áreas como economia, segurança, automação de tarefas e tomada de decisão.

O que está acontecendo neste momento é que estamos em um universo onde o smartphone é o centro do ecossistema. Mas, em 2020, o ecossistema será de unidades conectadas uma a outra, criando uma transformação digital que vai permitir ver e realizar ações de forma inteligente. Em resumo, IoT é inteligência distribuída, interagindo e presente em todo lugar.

O Brasil não ficou pra trás e tem feito muitas ações para estar entre os países que serão referência no segmento IoT.

Talvez a iniciativa mais importante tenha partido do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que divulgou recentemente um estudo com as diretrizes fundamentais para o Plano Nacional de IOT. Ele prevê uma série de regulamentações, políticas públicas e o posicionamento do Brasil neste cenário, priorizando as áreas com maior potencial de crescimento no país. O estudo foi estruturado em três fases:

  • Levantamento do mercado de Internet das Coisas no mundo;
  • Definição dos setores prioritários da economia brasileira para receber investimentos necessários para o desenvolvimento de IoT;
  • Formulação de ações voltadas para acelerar a implantação do mercado de IoT no país.

O potencial impacto socioeconômico da Internet das Coisas na produtividade da economia brasileira e no aperfeiçoamento de serviços públicos foi estimado pela consultoria McKinsey em até US$ 200 bilhões – o equivalente a aproximadamente 10% do PIB de 2016 –, considerando a utilização em diversos segmentos da economia descritos no plano até 2025.

Neste contexto, a limitação de recursos é uma preocupação do plano, que propõe ampla cooperação entre empresas, universidades e agências financiadoras. Criando um ecossistema forte, para que o país possa ser de fato competitivo perante outros países.

Porém um dos obstáculos para o crescimento de IoT no Brasil ainda é a conectividade. O país ainda tem deficiências na estrutura, que ainda não atinge todo o país, principalmente em zonas agrícolas e para a população mais pobre. Porém, as empresas de telecom já estão se preparando para este cenário.

Sermos mais ativos no consumo e apropriação das novas tecnologias torna nosso uso mais consciente, ajuda a criar um mercado mais colaborativo e faz da Internet das Coisas mais viável e acessível. É preciso cultivar a ideia de que a tecnologia deve ser uma aliada do indivíduo, e não a protagonista de sua vida. E para pensar uma Internet, não de coisas, mas de pessoas conscientes e empoderadas, precisamos criar juntos.

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