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IoT já é uma abordagem essencial para resolver problemas dos mais diversos tamanhos e criar oportunidades de negócios. Nesse contexto, aconteceu o IoT Experience 3, que reuniu grandes empresas e startups do Brasil. O evento tem o objetivo de criar um ambiente de inovação, formando um ecossistema colaborativo que traga benefícios reais para as empresas e para o consumidor.

O Plano nacional de IoT, que começou a ser produzido por meio de um consórcio em 2014 e teve seu lançamento no início do mês foi o primeiro ponto de discussão. Criado com a visão de que o Brasil pode desenvolver soluções para suas demandas e não somente importá-las, o estudo elegeu as áreas de cidades inteligentes, saúde, agronegócio e indústrias como as principais vertentes de investimento para o desenvolvimento de IoT no Brasil nos próximos anos.

Neste contexto, empresas dos mais diversos segmentos, que já estão apostando em IoT para resolver diversos desafios do seu dia a dia, apresentaram suas demandas durante os painéis. É importante observar que elas ainda estão conservadoras em relação a adoção da internet das coisas. A maioria das aplicações desenvolvidas ainda estão em provas de conceito e dependem de muitos fatores para, de fato, tornarem-se soluções viáveis. Isso porque ainda há muitos desafios em termos de custo de dispositivos e conectividade. Apesar disso, as empresas estão otimistas que essas aplicações ganharão escala em breve, porque já é possível visualizar resultados de ganhos reais em suas cadeias de produção com a implementação dessas tecnologias.

Para enfrentar esses desafios, as empresas de tecnologia já estão apostando em soluções inovadoras para suprirem as demandas de forma mais rápida e customizadas aos clientes. Mas a maior dificuldade para entregar soluções customizadas é a dificuldade do cliente em definir os cenários de aplicação de IoT. Não ter um problema bem definido para resolver muitas vezes atrasa ou inviabiliza uma aplicação de internet das coisas.

Mas a visão do mercado é otimista. Com o crescimento dos investimentos em IOT, as empresas têm apostado em parcerias dentro do ecossistema IoT para que seja possível entregar uma solução de ponta a ponta, uma vez que nenhuma empresa consegue suprir todas as necessidades sozinha. Além disso, empresas e universidades tem formado parcerias interessantes para formar profissionais capacitados e ampliar as pesquisas aplicadas a problemas reais, aproximando estudantes dos verdadeiros problemas do mercado.

O Mobile World Congress 2017 foi um sucesso, como sempre. É claro que o tema Internet das Coisas esteve presente e muitos casos de uso real de IoT foram discutidos. Compartilho aqui com vocês, 3 tendências que achei relevante este ano.

1. Segurança IoT

A segurança continua sendo uma prioridade quando o assunto é IoT, especialmente com os recentes ataques DDoS de IoT e outras violações de alto nível. Um ótimo painel intitulado “Habilitando a Segurança em IoT”, organizado por Stuart Carlaw da ABI Research, se concentrou em ajudar o público a entender o cenário de segurança completo do IOT e o que precisa ser feito para garantir a segurança em seus serviços de IoT. Se quiser, dê uma olhada em nosso outro artigo no blog sobre segurança do IoT. Clique Aqui

2. 5G

A indústria tem falado sobre 5G há algum tempo, e as discussões continuaram a ganhar impulso este ano com prestadores de serviços focados em anunciar avanços significativos para 5G, em como eles se reúnem para trabalhar na padronização de 5G. O destaque ficou para a Korea Telecom que anunciou que pretende ser a primeira rede 5G comercialmente disponível em 2019.

3. Redes de longa distância e baixa potência (LPWANs)

Tecnologias LPWAN como LoRa e Sigfox, sem licenciamento, tiveram destaque em edições passadas do MWC. Este ano o foco principal foi em tecnologias licenciadas, particularmente NB-IoT. Destaque para o 3GPP que completou sua padronização de NB-IoT, e um grande número de prestadores de serviços anunciaram que pretendem apoiar NB-IoT.

A LTE-M também teve bastante destaque, com dezenas de provedores de serviços fazendo anúncios sobre sua disponibilidade de LTE-M. A Telefonica e a Verizon por exemplo, confirmaram o seu apoio à implantação global da LTE-M.

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