A Forbes divulgou na semana passada uma matéria baseada no estudo do Forrester Research que prevê quais elementos IoT ganharão escala para os negócios durante o ano de 2018.  Segundo os especialistas, a Internet das Coisas terá grande impacto no valor que as empresas oferecem para seus clientes. Além disso, as plataformas serão uma vantagem na infraestrutura das soluções e a segurança ainda é uma preocupação fundamental.

Entre os principais pontos destacados no relatório é a adoção de Plataformas de IoT pelas empresas no desenvolvimento de suas soluções. Elas começarão a se especializar em cenários de aplicação e operar neles, atendendo as necessidades específicas do seu público, criando produtos ou implementando processos conectados. Em outras palavras, os desenvolvedores irão optar cada vez mais por plataformas IoT construídas com seus casos de uso em mente e que integrem seu diversificado conjunto de recursos, para que eles possam se concentrar na execução do negócio, não gerenciando manualmente os” bits “do IoT.

Além disso, a integração dos dados IoT irá acontecer na nuvem e na ponta da solução simultaneamente e as plataformas devem estar preparadas para oferecer serviços além do núcleo da rede. Isso porque o desenvolvimento em nuvem traz para os desenvolvedores baixos custos de adoção, implantações rápidas, alcance global, fácil integração com outros sistemas e baixa manutenção. Ao mesmo tempo, os sistemas IOT precisa reduzir custos de ingestão de dados e latência de rede, jogando alguns processos para a ponta da solução. Assim os dispositivos podem atuar diretamente com base nos dados gerados, enquanto os processos de nuvem tratam de questões como segurança, escalabilidade, configuração, implementação e gerenciamento. Ou seja, ao optar por plataforma IoT, os tomadores de decisão de TI vão querer ter a certeza de que um provedor em potencial tenha uma estratégia sólida para a computação de ponta.

Há também que se levar em consideração a integração entre todas as cadeias da solução. Os desenvolvedores buscarão cada vez mais a integração de dispositivos através de serviços de plataformas open source, a fim de vincular todos os IoT ‘bits’ juntos.  Isso porque os desenvolvedores  buscam como requisitos baixos custos de adoção, implantação rápida para prototipagem, alcance global, fácil integração com sistemas de registro e um esforço de manutenção mínimo.

Ainda segundo o estudo, a economia de dados deve crescer, com as novas diretrizes adotadas na Europa. Nos Eua já é uma prática adotada por tomadores de decisão e analistas de dados. A União europeia irá tomar medidas para regulamentar a comercialização de dados obtidas pelas tecnologias iot.

Ao mesmo tempo as preocupações com segurança continuam, com um número crescente de ciberataques sendo previstos. Por isso é essencial investir em uma Plataforma segura para a comunicação de seus dados.

Além disso, IoT chega mais perto do consumidor final. Produtos nas varejistas para melhorar a comunicação entre as partes e melhorar a experiência do cliente, como o Amazon Alexa, devem ser implementados nas redes. Além disso, produtos e wearables continuam em alta e devem adotar cada vez mais comandos de voz para a interação com o usuário, em virtude da evolução da complexidade, amplitude e qualidade desses serviços.

Mas a visão é que os benefícios que a adoção de uma Plataforma IOT supere os desafios tecnológicos existentes em relação a essa questão. Todos parecem concordar que a IoT é uma coisa boa, e ninguém parece estar interessado em desacelerar ou fazer o tipo de investimentos maciços que é susceptível de levar para proporcionar segurança real à indústria.

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Empresas com melhores indicadores de segurança na internet tendem a ser mais bem vistas pelos consumidores. Apesar de ser uma afirmação óbvia, nem todas as empresas se atentam a esta questão antes de avançar seus investimentos na área de tecnologia. E não apenas o fator financeiro pesa nesta balança, como também a privacidade dos usuários.

Contudo, em função da alta demanda da internet e das redes de contato via web como formas de comunicação nos dias atuais, garantir a proteção de dados e de informações pessoais continua sendo um desafio, mesmo nos sistemas mais avançados e consolidados – com a Internet das Coisas isso não é diferente.

O veloz e certeiro amadurecimento de soluções geradas por desenvolvedores de Internet das Coisas já tornou viável a criação de plataformas que permitem conexão direta entre dispositivos através da rede e de forma segura.

Prova disso é o discurso de Oh-Hyun Kwon, vice chairman e CEO global da Samsung, que já confia na Internet das Coisas não apenas como uma revolução de eficiência empresarial, mas também de transformação da vida de toda a sociedade. Esta é uma excelente notícia, pois agora os desenvolvedores têm ao seu lado também as grandes fabricantes, o que certamente leva a segurança da IoT a um patamar ainda mais alto de confiabilidade.

Outro ponto importante para que se atinja um patamar desejável de segurança na IoT está na boa compreensão das funcionalidades destas plataformas por parte dos usuários – seja este um funcionário dentro de uma empresa, seja o consumidor final. É preciso ter em mente que nenhuma plataforma é segura se não contar com a atenção e o cuidado do próprio usuário.

Dentro das empresas, contar com um departamento preparado de TI é outro ponto indispensável para que a real experiência da Internet das Coisas seja bem-sucedida e eficaz – nunca é demais lembrar que instituições bem preparadas para lidar com esta nova tecnologia tendem, no futuro, a se tornar referências ao público, gerando assim o tão sonhado engajamento com marcas e produtos.

É preciso ter em mente que a segurança na internet é uma preocupação constante e que por mais que toda tecnologia encontre, sim, suas limitações, a Internet das Coisas já se concretizou como a nova possibilidade de recriação do universo virtual.

O surgimento de novas plataformas, como as da Konker, possibilita um cenário que permite o controle mais rigoroso, automatizado e, consequentemente, com menos falhas durante seu processo.

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Os benefícios que a Internet das Coisas traz para as nossas vidas são pautas frequentes no noticiário. Porém, o que poucos imaginam é que, por trás do que é visto como produto final pelo público, há muita engenharia de ponta desenvolvida. Uma das plataformas mais importantes no processo de controle desta tecnologia é o dashboard, ferramenta da qual falaremos hoje.

Basicamente o dashboard é uma interface de fácil compreensão, que funciona como um “painel de controle”, com a qual é possível configurar mudanças e ter visibilidade global do comportamento e dos fluxos de um software e de seus dados em tempo real.

Em casos mais específicos, esta plataforma é capaz de projetar condutas e reações de sua infraestrutura operacional, tendo como principais finalidades o suporte às demandas de negócio e o provimento de informações a seu usuário.

Mais precisamente quando interligada a soluções de Internet das Coisas, é fundamental que o dashboard reúna em um mesmo pacote, além de design atraente e uma arquitetura de fácil acessibilidade e compreensão, uma conexão intuitiva entre os dispositivos. Por isso não deve haver um padrão fixo que se encaixe a todos os casos.

Por exemplo, cada dashboard projetado pela Konker para seus projetos de conexão de dispositivos é feito sob medida e visa a cobrir com sucesso todas as necessidades e as preferências particulares de cada cliente.

A espinha dorsal de um Dashboard
É preciso compreender que um dashboard é um bem durável, e que pode permanecer funcional e atual por muito tempo. Isso gera a necessidade de que esta plataforma seja agradável a seu usuário para mantê-lo satisfeito. Contudo, é recomendável um cuidado extremo para que o trabalho empenhado no design de um dashboard não comprometa seu poder de feedback.

Neste contexto, o desafio com a tecnologia da Internet das Coisas é o desenvolvimento de diagramas, gráficos, tabelas, mapas e dados que forneçam resultados em tempo real para uma precisa análise do status de processos e serviços, uma vez que este monitoramento pode envolver vários aplicativos e softwares simultaneamente.

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Aproximar o cliente da marca é um dos desafios diários de qualquer empresa. Mas, com a Internet das Coisas isso se tornou mais fácil. Já é possível oferecer ao cliente experiências personalizadas, como, por exemplo, ao entrar em uma loja o consumidor pode receber automaticamente em seu smartphone, conectado à rede wi-fi, uma mensagem de boas-vindas do estabelecimento. Outra solução inteligente é a prova de roupas. Um espelho virtual pode experimentar os itens sem precisar colocar e tirar as peças do corpo, utilizando apenas recursos digitais. Interatividade que torna a compra mais prática e divertida.

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Outra solução de IoT no varejo são os displays inteligentes, que conseguem identificar automaticamente o sexo do cliente e a máquina é capaz de sugerir produtos baseados no gênero da pessoa.

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Mas, os benefícios não são somente para os consumidores, as empresas também ganham com isso. Com a Internet das Coisas é possível monitorar o tempo de permanência do cliente na loja, as sessões que foram mais visitadas, entre outros.

Dispositivos de telemetria, sensores para automação de serviços de atendimento, mecanismos para monitoramento de tempo do cliente nas lojas e sistemas de localização são apenas algumas das ferramentas fundamentais às operações varejistas. Inovações como essa auxiliam para que os varejistas melhorem a produtividade, reduzam os custos e aumentem as vendas.

Neste contexto, a plataforma Konker poderá te ajudar em seus processos e beneficiar também os seus clientes. Gostou de ideia? O que acha de deixar a sua loja mais inteligente? Clique aqui e conheça a Konker!