Consideradas pioneiras de um novo mundo hoje desenhado pela Internet das Coisas, as etiquetas inteligentes já transformaram o valor da palavra “eficiência” nos negócios. Ainda que à primeira vista apresente funções semelhantes aos códigos de barra, esta tecnologia representou um passo mais ousado na melhoria da eficiência e no time to market para soluções em logística e no varejo.

Desenvolvidas por pesquisadores da Massachusetts Institute of Technology, as smart tags surgiram para facilitar o trabalho de manuseio em depósitos e supermercados, e reduzir os obstáculos no processo de rastreamento de produtos. Contudo, este foi apenas o primeiro dos benefícios obtidos com o investimento nesta tecnologia.

Logo a indústria também viu vantagens com o uso destas etiquetas inteligentes e da RFId (Radio Frequency Identification). A qualidade das informações por ela geradas, desde a fabricação até a distribuição, e o ganho de tempo e qualidade com trabalhos mais automatizados são alguns dos resultados deste investimento.

Como funciona uma etiqueta inteligente?
Três componentes definem a estrutura central de uma etiqueta inteligente: antena, transceiver e transponder. A antena é responsável pela comunicação entre a etiqueta inteligente e o sistema operacional, através da RFId. Elas são produzidas em diversos formatos e possuem frequências distintas, que variam de acordo com a necessidade e os custos de cada solução a ser gerada. O transceiver atua na decodificação (leitura) dos dados, enquanto o transponder é o componente responsável pela memória de registros e informações geradas pela etiqueta.

Atualmente, a Internet das Coisas tem um papel central na evolução desta tecnologia. Chips, sensores e SDKs (Software development kit) de dispositivos incorporados, que fornecem conectividade em tempo real e controle off-line têm obtido êxito para a criação de soluções conectadas. A NFC (Near Field Communication), a BLE (Bluetooth Low Energy) e o QR Code são alguns exemplos de como os avanços desta tecnologia têm transformado a estrutura convencional de uma etiqueta inteligente.

Muitas são as razões para o uso destas etiquetas inteligentes em um negócio: gestão rápida de produtos e estoques, coleta de informações com altíssimo grau de precisão e a prevenção contra perdas e roubos nos processos de distribuição. Elementos estes fundamentais para o aumento da produção e da competitividade, oferecendo desta forma um time to market muito reduzido.

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