A Internet das Coisas já é parte de uma infinidade de empresas pelo mundo. O interesse da indústria nessa área vem crescendo ao longo dos anos e soluções que estavam em fase de desenvolvimento já estão sendo implementadas e trazendo resultados.
Isso porque eles se tornam ferramentas para aumentar a facilidade de processos para empresas e usuários e para que os negócios evoluam, gerando novas oportunidades de inovação e crescimento. Confira as principais tendências para a IoT neste ano, apontadas pelo Gartner, que devem ser consideradas para que melhores resultados sejam alcançados.

 

Ética em IoT
A medida que IoT amadurece e se torna amplamente adotada, ter conhecimento sobre as questões sociais, legais e éticas é fundamental para o crescimento saudável da empresa. Esses pontos incluem a propriedade dos dados e as deduções feitas a partir deles, incluindo tendência algorítmica, privacidade e conformidade com novas leis como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (General Data Protection Regulation, GDPR – em inglês).

Espaços inteligentes
Um espaço inteligente é um ambiente físico ou digital no qual os seres humanos e os sistemas habilitados pela tecnologia interagem em ecossistemas cada vez mais abertos, conectados, coordenados e inteligentes. À medida que a tecnologia se torna uma parte mais integrada da vida diária, os espaços inteligentes serão mais presentes na rotina das pessoas, reforçadas por tecnologia orientada por IA, edge computing, blockchain e gêmeos digitais.
Essencialmente, os espaços inteligentes estão se desenvolvendo à medida que as tecnologias individuais emergem dos silos para trabalhar em conjunto para criar um ambiente colaborativo e de interação. Já é possível ver implementações de cidades inteligentes, que são o maior exemplo da aplicação disso – inclusive por aqui temos exemplos.

Market de dados
As pesquisas do Gartner sobre projetos de IoT mostra que 35% dos entrevistados estavam vendendo ou planejando vender dados coletados por seus produtos e serviços no ano passado. Dessa forma, as informações podem ser um ativo importante na receita das empresas. Até 2023, a compra e venda de dados de IoT se tornarão parte essencial de muitos sistemas inteligentes e conectados e as empresas já devem começar a pensar em estratégias para definir suas políticas de TI em relação a isso.

Novas tecnologias de rede sem fio específicas para IoT
Atualmente nenhuma tecnologia de rede otimiza os requisitos de rede para IOT, que incluem custo de ponto final, consumo de energia, largura de banda, latência, densidade de conexão, custo operacional, qualidade de serviço e faixa de frequência da conexão. Mas já estão surgindo novas opções, de diversas operadoras que estão se adequando para oferecer esse tipo de serviço a quem necessitar.

Inteligência artificial para dar valor aos dados
Já é visível que a Internet das coisas consegue gerar uma quantidade de dados enorme e a inteligência artificial vem junto com ela para  que esses dados sejam compreendidos de forma eficiente e tragam real valor para o negócio.

Edge computing para superar os limites da nuvem
As soluções em nuvem trazem muitos benefícios, mas ela ainda enfrenta muitas barreiras:  a conectividade rápida e constante, principalmente em áreas remotas, é um grande desafio; a latência entre envio de dados, processamento e resposta nem sempre é compatível com certos aplicativos; existem ainda legislações que protegem o envio de certos dados, o que dificulta o processamento em nuvem; e os custos de armazenamento são altos mesmo para dados que não são necessariamente indispensáveis.
As soluções  levam parte do armazenamento e processamento para dentro dos dispositivos, que são chamadas de edge computing,  são cada vez mais comuns e tendem a ser ampliadas, contemplando uma grande variedade de dispositivos e serviços conectados. Dessa forma os sistemas IoT serão mais flexíveis, inteligentes e escalável.

Gêmeos digitais
A criação de um gêmeo digital é feita quando os dados coletados pelos sensores podem fornecer uma representação virtual realista de produtos e sistemas e será cada vez mais aplicada a processos produtivos inteiros. Dessa forma, é possível não só monitorar plantas inteiras, mas também prever o que acontecerá quando um novo modelo está em produção ou algumas variáveis ​​mudam. Isso resultará em maior eficiência, menor tempo de lançamento no mercado e menos falhas e problemas de não conformidade.

 

Fontes:
https://www.gartner.com/smarterwithgartner/gartner-top-10-strategic-technology-trends-for-2019/
https://www.networkworld.com/article/3322517/internet-of-things/a-critical-look-at-gartners-top-10-iot-trends.html
https://www.iotforall.com/6-key-iot-trends-and-predictions-for-2019/
https://canaltech.com.br/internet-das-coisas/10-principais-tendencias-em-internet-das-coisas-ate-2023-127287/
http://www.ituniverse.com.br/noticias/10-tendencias-tecnologicas-estrategicas-para-2019/

Acompanhamos diariamente em revistas, jornais e na internet a rápida evolução do mercado de IoT (Internet of Things). Porém, mesmo com essa velocidade de inovações tecnológicas, não podemos deixar de lado o cuidado com o meio ambiente. Pensando nisso, diversas empresas começaram a criar e investir em soluções conectadas que contribuem com a preservação ambiental. Neste texto, você conhecerá algumas desses dispositivos, que estão sendo desenvolvidos em vários países com o objetivo de prevenir e gerar o menor impacto ao meio ambiente, confira:

  1. Floating Sensor Network (Universidade de Berkeley – California) – sistema que pode ser implantado em rios e integrado à infraestrutura de monitoramento de água, por meio de celulares, GPS e sensores de temperatura e salinidade. Pode, ainda, ser rapidamente ativado em caso de imprevistos, como inundações, contaminação e outras condições nos cursos de água.
  2. Invisible Tracck – é um dispositivo sem fio que está sendo usado em programas-piloto para ajudar a combater o desmatamento ilegal na Amazônia (Brasil). Os equipamentos funcionam com bateria e ficam instalados em determinadas árvores. No momento em que elas são derrubadas e estão em trânsito, os sensores enviam alertas com coordenadas de localização para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente para que eles possam tomar as medidas necessárias.
  3. O Assessment of Landslides using Acoustic Real-time Monitoring Systems (ALARMS) – micro sensores acústicos e integrados com capacidade de rede sem fio para fornecer avisos de instabilidade em terrenos inclinados. Os sensores ficam instalados permanentemente e transmitem uma mensagem de texto em tempo real quando a atividade acústica do solo atingir um limite pré-definido. Os alarmes utilizam um tubo de aço que conduz os sinais para fora do solo. Esse tubo é colocado num furo no solo que é preenchido com a areia ou cascalho. A areia e o cascalho produzem mais energia quando o solo muda o seu entorno e isso facilita a detecção do sinal. Assim, logo que é percebido um movimento do terreno que possa ser comprometedor, um alerta é enviado às comunidades para que elas possam se prevenir e sair do local antes que um evento pior possa ocorrer.
  4. Sintelur – é um pequeno sensor capaz de determinar a quantidade de lixo em um container. Os dados captados são enviados a uma central de monitoramento que, baseado nas informações de quantidade de lixo e localização por GPS, traça estratégias de recolhimento do lixo pela cidade. O sistema ainda oferece a determinação de rotas otimizadas para a coleta do lixo, diminuindo o gasto de combustível e custos em geral, além da diminuição da emissão de gases poluentes provenientes dos caminhões de lixo.

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