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Você sabe o que é edge computing?

by Bruna Benincá for Articles, Blog Leave a comment
Você sabe o que é edge computing?

Cada vez mais ferramentas estão sendo utilizadas em soluções para Internet das Coisas e uma das mais comentadas é à computação de borda – ou edge computing em inglês. Segundo o Gartner, é uma tendência à adoção desse tipo de tecnologia, pois otimiza o fluxo do tráfego de dados de dispositivos iot e fornece análise de dados local em tempo real.

 

Mas o que é edge computing exatamente?

A Edge Computing é uma “rede mesh de micro data centers que processam ou armazenam dados críticos localmente e enviam todos os dados recebidos para um data center central ou repositório de armazenamento em nuvem, com menos de 100 pés quadrados”, segundo a empresa de pesquisa IDC.

Nas aplicações de IoT comuns, os dispositivos apenas armazenam e enviam dados – as vezes em um grande volume –  e todo o processamento é feito em plataformas e aplicações na nuvem. Com a tecnologia e edge computing, os dispositivos não só fazem o trabalho de coleta e armazenamento, como também à triagem destes dados para que alguns deles sejam processados localmente, reduzindo o tráfego de backhaul para o repositório central.

Geralmente os dispositivos IoT transmitem os dados para um outro dispositivo local que computa, armazena e faz à comunicação com à rede. Os dados são processados neste local e depois são enviados em sua totalidade ou parte deles para um data center ou aplicação em nuvem.

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Computação Edge vs. Fog

Outro termo que vem sendo utilizado nessas definições é à computação de nevoeiro – Fog Computing. Ela se refere às conexões de rede entre os dispositivos edge (que refere-se especificamente aos processos computacionais no dispositivo) e à nuvem. À “Fog” incluiria à computação de borda e à rede necessária para obter os dados processados ​​para seu destino final.

 

Por que utilizar edge computing em minha solução IoT?

O uso de edge-computing nem sempre são indicados, mas eles trazem inúmeros benefícios para o desenvolvimento de sua solução. O primeiro deles é quando os dispositivos IoT que você usa tem baixa conectividade, que impedem que eles estejam se comunicando com sua aplicação em nuvem constantemente. Além disso, sabemos que muitos locais que possuem soluções iot tem problemas de conectividade, o que facilita o envio de informações para  congestionamento de largura de banda ou dados roteados de forma ineficiente podem ser facilmente solucionados

Além disso à latência de informações é muito menor, pois os dados não precisam atravessar toda uma rede para serem processados e obter uma resposta, o que é crucial em soluções onde em que o tempo da informação é crítico.

 

E não tem riscos?

Como em toda tecnologia, há aspectos que beneficiam à adoção de uma solução como esta – e que já citamos. Mas ela tem seus riscos, principalmente com questões voltadas à segurança. Há quem afirme que é mais seguro processar na borda, pois quanto menos dados em nuvem, menor à chance de vulnerabilidade caso este ambiente seja atacado.

Por outro lado, se não for bem feita com dados criptografados, controle de acesso e controle de rede privada, é um ambiente altamente vulnerável.

Outra preocupação é o custo de implementação e de manutenção de um ambiente com edge computing, além da preocupação com escalabilidade do projeto à medida que novos endpoints de IoT forem instalados.

 

Mas o edge computing não vai substituir à nuvem

Segundo à maioria dos especialistas, o edge computing não é um substituto para à computação na nuvem, amplamente utilizada em soluções de Internet das coisas. Essas tecnologias tendem à co-existir. A nuvem continuará sendo onde as informações são descarregadas, onde são armazenadas por longos períodos de tempo e onde os algoritmos de aprendizado de máquina obtêm acesso aos vastos tesouros de dados de que precisam para se tornarem cada vez mais inteligentes.

“A Edge Computing faz parte de uma topologia de computação distribuída em que o processamento de informações está localizado próximo à borda, que é onde as coisas e as pessoas produzem ou consomem essas informações. Edge Computing aborda as leis da física, economia e terra, que são fatores que contribuem para como e quando usar borda. “Essa é outra tendência que não substitui a nuvem, mas a potencializa”, diz Ross Winser, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner. De acordo com a consultoria, o prazo crítico para as organizações adotarem essa tendência é entre 2020 e 2023.

 

Referências:
https://cio.com.br/voce-sabe-o-que-e-edge-computing-e-por-que-o-modelo-e-tao-importante/
https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=50129&sid=97
https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=50038&sid=97

 

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